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19 de julho de 2014

ESPECIAL DA SEMANA ZIZI POSSI

AUTOGRAFO MUSICAL

ESTE FINAL DE SEMANA A EXPRESSO MUSIC TEM O PRAZER DE APRESENTAR NO AUTOGRAFO MUSICAL UMA DAS GRANDES CANTORAS DA MUSICA POPULAR BRASILEIRA COM TODO O SEU CHARME , MAGIA E O BRILHO DE ZIZI POSSI.






















Maria Izildinha Possi Nasceu Em São Paulo, 28 de março de 1956, conhecida como Zizi Possi, é uma grande cantora de música popular brasileira


Batizada Maria Izildinha em homenagem à Santa Menina Izildinha  descende de italianos de Nápoles, é paulistana do bairro do Brás, típico reduto de imigrantes italianos. De formação musical erudita  , dos 5 aos 17 anos de idade, estudou piano e canto; em 1973 mudou-se para a Salvador (Bahia) com o irmão, José Possi Neto, prestou vestibular para faculdade de composição e regência (UFBA). Após dois anos de curso, abandonou a faculdade e iniciou-se num curso de teatro, na mesma época em que participou da montagem do musical Marilyn Miranda. Em um projeto para a prefeitura soteropolitana, trabalhou como professora de música para crianças — filhos de prostitutas no Pelourinho —, gravou jingles comerciais e participou de especiais da televisão local. O irmão deixou o Brasil quando ganhou uma bolsa de trabalho para Nova York, e Zizi agora sozinha na Bahia, rumava para o Rio de Janeiro : "Quando vi o avião sumindo no ar, entendi que minha vida estava por minha conta. Me deu uma solidão… E percebi que a Bahia já não fazia mais esse sentido todo para mim. Meu irmão já não estava mais lá e, profissionalmente, eu já tinha feito tudo que podia”  .

Em 1978, já morando no Rio de Janeiro, sobrevivia fazendo tradução do italiano para o português; até que Roberto Menescal (então produtor da gravadora Philips) deixou um recado debaixo da porta, onde morava com mais sete meninas: “Olhei o bilhete e pensei: ‘Esse cara não é da bossa nova? Será que ele quer que eu também faça backing vocal para ele? Quando atenderam o telefone era "da Phillips"....e eu pensei: ué, será que o R. Menescal trabalha numa loja de Departamentos?". Zizi assinou contrato com a gravadora Philips, mais tarde Polygram (atualmente Universal Music), que lançaria quase todos os discos. Aos 22 anos, gravou o primeiro LP, Flor do Mal (1978), e o primeiro grande sucesso foi a canção Pedaço de Mim, faixa de um disco de Chico Buarque, autor da canção interpretada num dueto, que também daria título ao segundo álbum da carreira, datado de 1979, no qual outras duas canções se destacariam: "Nunca" e "Luz e mistério".

Paralelamente ao lançamento do disco e espetáculo Um Minuto Além (1981), ganhou o primeiro prêmio, de cantora-revelação pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Dê um Rolê (1984) e Amor e Música (1987). Os discos nesta época tinham uma linha comercial e as canções para trilha sonoras de telenovelas atendiam a tendências mercadológicas, o que caracterizava de uma maneira geral a produção musical dos anos 80.

Em 1982 gravou a canção que seria um dos maiores sucessos da carreira, Asa Morena, do disco homônimo. O grande sucesso de Asa Morena trouxe o primeiro disco de ouro. Do disco homônimo lançado em 1982, foi um sucesso radiofônico e comercial e considerada uma das 100 canções mais populares do século XX  . o cantor e compositor Gonzaguinha compôs especialmente para a sua voz a canção "Viver, amar, valeu", gravada no mesmo disco.

Originalmente idealizado para a montagem do ballet teatro do Balé Teatro Guaíra (Curitiba, 1982), o espetáculo O Grande Circo Místico foi lançado em 1983. Zizi integrou o grupo seleto de intérpretes que viajaram o país apresentando a peça, um dos maiores e mais completos espetáculos teatrais já apresentados, para uma plateia de mais de duzentas mil pessoas. Zizi interpretou a canção-tema O Grande Circo Místico, composta pela dupla Chico Buarque e Edu Lobo. O espetáculo conta a história de amor entre um aristocrata e uma acrobata e a saga da família austríaca proprietária do Circo Knie, que vagava pelo mundo nas primeiras décadas do século. Edu Lobo é um dos compositores com quem Zizi tem grande afinidade, com uma presença frequente nas obras, a exemplo das trilhas dos musicais Ópera do Malandro e Cambaio e dos balés A dança da meia lua e O grande circo Místico : "Ela faz disparar o coração das pessoas. Qualquer ideia que a Zizi tiver na vida eu vou sempre querer fazer com ela" (Edu Lobo) .

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura e feminismo, cantou no coro da versão brasileira de We Are the World, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África com o projeto USA for Africa. O projeto Nordeste Já (1985), abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro.

A época foi marcada também por larga exposição da vida pessoal ao lado da cantora e compositora Ângela Ro Ro; a mídia sensacionalista explorou o relacionamento à exaustão e a canção "Escândalo" (Caetano Veloso) foi gravada por Ro Ro sobre o episódio e lançada como faixa-título do disco (1981) 

Em 1986 lançou aquele que foi um dos grandes sucessos, Perigo, que integrou a trilha sonora da novela Selva de Pedra (Rede Globo), que a torna extremamente popular em todo o país. Em 1989 lançou aquele que é considerado por muitos, inclusive pela própria cantora [carece de fontes], um dos melhores discos: Estrebucha Baby — trabalho que marcou o afastamento do padrão comercial radiofônico da época, recebido com frieza e que foi um fracasso comercial [carece de fontes]. A época também definiu a saída da gravadora, o fim do casamento de 6 anos com o produtor musical Líber Gadelha (fundador, em 1997, da gravadora independente Indie Records) e pai da filha, Luíza Possi, e o retorno à cidade natal, São Paulo.

O espetáculo temático Sobre Todas as Coisas permaneceu em cartaz por dois anos e o repertório deste reunia canções consagradas entre outras do repertório do disco anterior. O grande sucesso deste acabou por originar o álbum homônimo, lançado em 1991 pela pequena gravadora Eldorado, em formato acústico; os músicos que a acompanham são Marcos Suzano (percussão), o multi-instrumentista Lui Coimbra (violoncelo, alternando-se com violão e charango), Jether Garotti Júnior e as participações especiais de Alex Meireles e Pier Francesco Maestrini (piano). Esta ideia soou como inusitada, surpreendente e inovadora à época.

O CD, relançado em 2006, com uma tiragem limitada de mil cópias, foi um sucesso instantâneo -apesar de não veiculado pela imprensa, pois representou, esteticamente, uma mudança radical e vendeu mais que os discos até então. Concorrendo com Marisa Monte e Leny Andrade, por esse álbum ganhou dois prêmios: o extinto Prêmio Sharp (atual Prêmio Tim de Música) e pela APCA, de melhor cantora e melhor CD de MPB em 1991. Sobre Todas as Coisas foi reconhecido posteriormente como um divisor de águas na carreira. Devido ao afastamento da linha comercial e a transferência para essa gravadora independente onde conquistou maior liberdade na escolha do repertório, os trabalhos estavam desacreditados e com baixa expectativa de venda, mas a vendagem surpreendeu e o disco foi muito elogiado pela crítica especializada, onde explorou influências mais densas e teatrais, enquanto o subsequente era mais leve e jazzístico.

O segundo trabalho nesse caminho foi Valsa Brasileira (1993), lançado desta vez pela independente Velas, fundada por Ivan Lins e o parceiro Vítor Martins. O repertório trouxe regravações de canções pouco conhecidas de compositores consagrados, com destaque para a faixa-título, de autoria da dupla Chico Buarque e Edu Lobo, tal como fizera com a faixa-título do trabalho anterior, também da dupla de compositores. A partir de então, ambas as canções seriam regravadas em voga por toda a MPB. Com este álbum, que simulou uma incursão pelos arranjos eletrônicos, conquistou novamente o Prêmio Sharp de melhor disco de MPB, entrando no rol das grandes cantoras deste gênero. Valsa Brasileira também foi muito elogiado pela crítica especializada, devido ao repertório seletivo, cuidados técnicos e arranjos apurados.
 O espetáculo originado deste disco também obteve relevante sucesso, com uma marca personalista e desviando-se do padrão mercadológico vigente. Ganhou o prêmio de melhor cantora de 1993 pela APCA.

A última obra da trilogia acústica intitula-se Mais Simples (1996), que marca o retorno à mesma gravadora multinacional da qual havia saído sete anos antes e o repertório apresentava canções consagradas e pouco conhecidas da MPB e do samba entre outras canções inéditas de compositores novatos e pouco conhecidos. 

O sucesso de vendagem voltaria quando do lançamento da primeira produção totalmente em uma língua estrangeira, Per Amore (1997), no qual interpretou clássicos da música italiana e garantiu à cantora um disco de ouro, um de platina e um duplo de platina. O maior sucesso do disco foi a faixa-título, originalmente gravada pelo tenor italiano Andrea Bocelli, que fez parte da trilha sonora da novela 'Por Amor', de Manoel Carlos (Rede Globo), impulsionando o repertório e as vendas, composto basicamente de canções napolitanas pouco comerciais. A ideia da gravação surgiu da comemoração das bodas de ouro dos pais, naquele mesmo ano —e também por ser neta de italianos.
Nessa época, apostou numa maior diversificação de presenças nos espetáculos, percorrendo gerações variadas -e conquistou o Troféu Imprensa de melhor cantora do ano. Devido ao sucesso do primeiro álbum, lançou o segundo álbum em italiano, Passione (1998), considerado a continuação do anterior, cuja vendagem garantiu novamente um disco de ouro e de platina. 

A retomada do repertório brasileiro ocorre no álbum seguinte: Puro Prazer (1999), no qual concretizou um antigo projeto de gravar voz e piano. Tendo como destaque a gravação de Disparada e concorrendo pelo prêmio Grammy Latino com a cantora argentina Mercedes Sosa, uma das cantoras que maior influência exerceu na carreira [carece de fontes]; no entanto, a colombiana Shakira venceu nas três categorias. O repertório apresentou regravações dos antigos sucessos entre outras canções consagradas e outras inéditas na voz, comemorando os dez anos de parceria entre a cantora e o pianista e maestro Jetther Garotti Júnior.

Encerrava a década de 90 conquistando o Troféu Imprensa de melhor cantora (1999).

A pedido de Marcelo Castelo Branco, presidente da Universal Music, lançou Bossa, no qual regravou canções nacionais e internacionais, de outros gêneros neste estilo. O disco, na contramão do que a gravadora havia proposto, não teve nenhum lançamento oficial nem qualquer trabalho por parte da empresa para divulgação ou distribuição. As apresentações de lançamento em SP e RJ foram financiadas pela própria cantora. Isso causou uma crise com a gravadora Universal e a cantora solicitou veementemente o desligamento da empresa, o que ocorreu ao final da temporada na casa de espetáculos Canecão (RJ, 2002). Esta crise de credibilidade de apalavramento entre a empresa e a cantora a levou a desistir definitivamente de longos contratos com gravadoras . Em decorrência de problemas familiares e de um processo de depressão, afata-se dos palcos, durante aproximadamente três anos  .

Em 2000 a Universal Music lançou a caixa tripla Três vezes Zizi, dos discos em italiano e ainda Puro Prazer, devido ao total de um milhão de cópias que os três venderam em conjunto. Nesse mesmo ano, a gravadora relançou os discos gravados na primeira fase, pela série Tudo e foi premiada na Itália em 2003 no Prêmio Carosone Internazionale. O retorno aos palcos ocorreu com o lançamento: Para Inglês ver e Ouvir (2005) com clássicos da música internacional, norte-americana e inglesa. O projeto, surgido com o repertório selecionado pela cantora para atender ao convite da casa paulistana de espetáculos noturnos Bourbon Street, foi gravado no Teatro Frei Caneca (São Paulo). Entre os méritos este conta ser o primeiro disco ao vivo lançado em 27 anos de carreira, o primeiro em inglês e o segundo DVD lançado, após Per Amore (originalmente lançado em VHS em 1998).

Em 2007 cantou na abertura dos Jogos Mundiais Militares, ao lado de Toquinho, Jorge Aragão, Alcione e a banda Paralamas do Sucesso.

Em 2008 lançou Cantos e Contos na casa paulista Tom Jazz, comemorando os 30 anos de carreira. As apresentações foram realizadas ao lado de colegas com quem mantém afinidade musical : Alcione, Alceu Valença, João Bosco, Eduardo Dusek, entre outros; da nova geração a cantora Luíza Possi e Ana Carolina. Dois anos depois, em 2010 foram lançados pela gravadora Biscoito Fino dois DVDs de forma avulsa, que apresentam os 39 números captados em 12 apresentações entre março e maio de 2008 .

Participou do álbum Elas Cantam Roberto Carlos; gravado ao vivo, lançado em CD e DVD em 2009, no qual vinte cantoras brasileiras homenageiam os 50 anos de carreira do cantor Roberto Carlos.

Em 2011 a Parada Gay do Rio de Janeiro teve como canção-tema um dos sucessos da carreira, "A Paz


DISCOGRAFIA

1978 - Flor do Mal
1979 - Pedaço de Mim
1980 - Zizi Possi
1981 - Um Minuto Além
1982 - Asa Morena
1983 - Pra Sempre e Mais um Dia
1984 - Dê um Rolê
1986 - Zizi
1987 - Amor e Música
1989 - Estrebucha Baby
1991 - Sobre Todas as Coisas
1993 - Valsa Brasileira
1995 - Ao Vivo
1996 - Mais Simples
1997 - Per Amore - italiano (Disco de Platina duplo, 500 mil)
1998 - Passione - italiano (Disco de Ouro, 100 mil)
1999 - Puro Prazer (Disco de Ouro, 100 mil)
2001 - Bossa
2002 - Ao Vivo 2ª Parte
2005 - Pra Inglês Ver… e Ouvir - inglês - ao vivo

DVD

1998 - Per Amore (disco de ouro)
2005 - Pra Inglês Ver… e Ouvir
2010 - Cantos e Contos, Vol. 1
2010 - Cantos e Contos, Vol. 2

É BOM NÃO PERDER O AUTOGRAFO MUSICAL DESTE SÁBADO E DOMINGO COM OS SUCESSOS DESTA DIVA DA MUSICA DA MPB ZIZI POSSI. LOGO MAIS A 18HS DA TARDE .


























Fonte De Pesquisa : Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Zizi_Possi)
                                Site Oficial ( http://www2.uol.com.br/zizipossi/ )
                                Blog (http://blogdazizi.blogspot.com.br/)

QUEREMOS AGRADECER AOS COLABORADORES , AO SITE WIKIPÉDIA E A CANTORA ZIZI POSSI.

A RADIO WEB EXPRESSO MUSIC DESEJA SEMPRE LEVAR A OBRA DO GRANDE ARTISTA , SABENDO QUE NÃO HÁ VINCULO DE EXPOR SUA VIDA PESSOAL E NEM OBTER LUCROS FINANCEIROS.

***Semana que Vem A Expresso Music Traz Mais Um Astro , Mais Uma Estrela ***

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12 de julho de 2014

ESPECIAL DA SEMANA BREAD

AUTOGRAFO MUSICAL


NESTE  SÁBADO E DOMINGO A EXPRESSO MUSIC TRAZ NO AUTOGRAFO MUSICAL UMA DAS GRANDES BANDAS DOS ANOS 70 O GRUPO BREAD.                                                        































Bread foi uma banda norte-americana de rock, formada em 1968, em Los Angeles, na Califórnia, tendo sido bastante popular no início da década de 1970.

O Bread foi formado em 1968, a partir do encontro entre David Gates e Jimmy Griffin. Acrescidos da presença de Robb Royer, o grupo começou a tocar nos bares de Los Angeles e contratado pela gravadora Warner/Elektra - inicialmente apenas para ser uma banda de estúdio. O baterista Mike Botts se juntou a eles em seguida.

O primeiro single da banda, "Make It with You", alcançou o primeiro lugar da parada norte-americana da Billboard, em 1970. O sucesso inesperado com o álbum "Bread", de 1969, fez com que a banda começasse a realizar apresentações ao vivo pelos Estados Unidos.


O soft-rock de fácil assimilação conquistou as paradas norte-americanas, com destaque para "If", "Everything I Own", "Baby I'm-A Want You", "Guitar Man, "Diary" e "Aubrey". Ao mesmo tempo, criou-se um choque de egos entre seus componentes Gates e Griffin. A banda iria acabar em 1973.

Três anos mais tarde, reencontraram-se para lançar um último trabalho, "Lost Without Your Love", também bem recebido pela crítica e público.


Antes de formar O Bread, Gates havia trabalhado com o Royer anterior banda, The Pleasure Fair, produzindo e arranjando 1967 álbum da banda, The Pleasure Fair. Royer, então, introduzido Gates para seu parceiro de composições, Griffin, eo trio se uniram em 1968 e assinou com a Elektra Records em janeiro de 1969, depois de escolher o nome de "pão" no final de 1968. Primeiro, "Dia Dismal" single do grupo, foi lançado em junho de 1969, mas não gráfico. Seu álbum de estréia, Bread, foi lançado em setembro de 1969 e alcançou a posição No. 127 na Billboard 200. Cantor sobre o álbum foi dividido igualmente entre Gates e da equipe de Griffin-Royer. Jim Gordon, um músico de sessão, acompanhados da banda na bateria para o álbum. 



No verão de 1969, Bread fez alguns shows com Gordon na bateria. Mas, quando a agenda de Gordon em conflito e ele provou indisponíveis para passeios futuros, eles rapidamente trouxe Mike Botts como baterista permanente. Botts apareceu em seu segundo álbum, sobre as águas (atingindo um máximo de número 12 na Billboard 200). Desta vez os seus esforços rapidamente estabeleceu Bread  como um grande ato com a Billboard Hot 100 No. 1 hit "Make It With You", em 1970. "Make It with You" seria apenas No. do  Bread 1 no Hot 100.

Para seu próximo single, eles lançaram uma versão regravada de "It Don't Matter To Me", uma canção de Gates De seu primeiro álbum. Este single foi um sucesso, bem como, atingindo o número 10. Bread começou a excursionar e gravar o álbum intitulado 1971 Manna (# 21), que contou com a Top 5 hit single, "If". Tal como acontece com o primeiro álbum, songwriting créditos foram divididos igualmente entre Gates e Griffin-Royer. 


Royer deixou o grupo depois de três álbuns, embora ele iria continuar a escrever com Griffin, e foi substituído por Larry Knechtel, um músico de estúdio de Los Angeles líder que havia tocado piano de Simon & Garfunkel "Bridge Over Troubled Water" único em 1970. Em janeiro 1972 Bread lançado Baby I´m Want You, o seu álbum de maior sucesso, chegando a No. 3 na Billboard 200. a canção título foi estabelecido como um sucesso no final de 1971, antes do álbum ser lançado, também batendo No. 3. Follow-up de singles "Everything I Own" e "Diary" também foi Top 20. O próximo álbum, Guitar Man, foi lançado 10 meses depois e foi para No. 18. O álbum produziu três Top 20 de singles, "The Guitar Man" (# 11), "Sweet Surrender" (# 15), e "Aubrey" (# 15), com os dois primeiros vai No. 1 em adulto contemporâneo gráfico da Billboard.


Em 1973, a fadiga de gravação constante e turnês havia estabelecido em apesar do sucesso da banda, e as relações pessoais começou a mostrar a tensão, especialmente entre Gates e Griffin. Todos os onze singles nas paradas de Bread, entre 1970 e 1973 tinha sido escrita e cantada por Gates. Elektra Records tinha invariavelmente selecionadas canções de Gates para a A-sides dos singles, enquanto Griffin sentiu que os singles deveria ter sido dividido entre os dois. Houve também alguma insatisfação com as músicas planejadas para um sexto álbum. Bread decidiu dissolver. 

Gates e Griffin voltaram para suas carreiras solo, com resultados mistos. The Best Of  Bread álbum de compilação de 1973 foi um enorme sucesso, chegando em 2 º lugar na Billboard 200 e permanecendo na parada por mais de dois anos. O follow-up, The Best Of Bread, Volume Dois, foi lançado em 1974 e foi número 32.

A reunião do grupo em 1976 surgiu após Elektra Records manifestaram interesse em outro álbum Bread. Gates, Griffin, Botts e Knechtel voltou para o estúdio naquele ano e gravou o álbum perdido sem o seu amor, lançado em Janeiro de 1977. A faixa-título, mais uma vez escrita e cantada por Gates, foi o último Top 10 hit da banda, chegando a No. 9 na parada de singles. Este registro de retorno chegou ao número 26 na parada de álbuns da Billboard e foi o sétimo álbum consecutivo do Bread (incluindo os dois melhores ofs) para ser RIAA ouro certificado. Em março de 1977, Elektra lançou um segundo single, "Hooked On You". Foi menos bem sucedido na parada pop (com um pico no número 60), mas chegou ao número 2 na parada Adult Contemporary da Billboard. Os quatro membros do Pão (juntamente com o guitarrista Dean Parks sessão) excursionou por todo 1977 para apoiar o seu álbum de retorno. Depois de uma pequena pausa, eles começaram segunda perna da turnê que o verão sem Griffin, a quem Gates não convidou depois de subir ainda mais as tensões. Eles terminaram o ano sem maiores planos de gravar como um grupo.

Em 1978, Gates, fez sucesso como artista solo com os singles de sucesso "Goodbye Girl" (n º 15, a partir do filme The Goodbye Girl) e "Took the Last Train" (n º 30). Em seguida, ele saiu em turnê com Botts e Knechtel como "David Gates & Bread". O grupo turnê 1978 line-up mais uma vez incluído Dean Parks para sua turnê de Junho do Reino Unido e da Europa. Mas, para as datas de cair no os EUA, Parks tinha deixado, mas o lineup palco tinha expandido para incluir Warren Ham (ex-Bloodrock; sopros, teclados, backing vocals), Bill Ham (guitarras) e David Miner (baixo). Isto levou a uma disputa legal com Griffin sobre o uso do nome da banda, da qual Griffin era co-proprietário. Na disputa, Griffin de novo se queixou de que canções de Gates foi dada preferência como singles mais dele. O litígio resultante não foi estabelecida até 1984. 

Em 1996, depois de ter resolvido suas diferenças, Gates, Griffin, Botts e Knechtel reuniu Bread  para um bem-sucedido "25th Anniversary" tour dos Estados Unidos, África do Sul, Europa e Ásia. Desta vez, o grupo foi acompanhado por Randy Flowers (guitarras), Scott Chambers (baixo) e uma seção de cordas para ajudá-los a capturar o som dos registros. Este passeio foi estendida em 1997, o que seria o último ano os membros originais do Bread  jamais iria realizar juntos. Gates e os outros, em seguida, retomou suas carreiras individuais. Bread foi introduzido no Hall da Fama do Grupo Vocal em 2006. 







Em 2005, tanto Griffin e Botts morreu de câncer na idade de 61. Em agosto de 2009, Knechtel morreu de um ataque cardíaco aos 69 anos de idade, deixando Gates e Royer como os únicos sobreviventes membros originais do Bread. Royer continua a estar envolvido na música, inicialmente trabalhando fora de seu estúdio Nashfilms no Tennessee antes de mudar-se para as Ilhas Virgens em 2013, enquanto que as portas se contenta com a reforma em sua casa na Califórnia. Em 2010 lançou um álbum Royer Jimmy Griffin constituído por canções escritas por si próprio e Griffin. 




Em março de 2014, Helter Skelter Publishing (Reino Unido) publicou a primeira biografia da banda, um livro de capa dura intitulado   edição limitada Bread: A Sweet Surrender (originalmente chamado Manna from Heaven: The Rise & Fall of Musical Bread). [1] [2] Ele foi escrito com a ajuda de muitos membros sobreviventes da família e colegas de trabalho musical da banda, junto com entrevistas exclusivas com membros fundadores Robb Royer. A edição em brochura / capa mole está programado para aparecer em uma data posterior.


DISCOGRAFIA
1969 - Bread
1970 - On The Waters 
1971 - Mama
1972 - Baby I'm-a Want You
1972 - Guitar Man


1973 - The Best of Bread
1974 - The Best of Bread, Vol. II
1977 - Lost Without Your Love
1982 - The Sound of Bread
1985 - Anthology of Bread
1996 - Retrospective
2002 - Make It With You and Other Hits
2006 - The Definitive Collection









2007 - Bread - The Works











É NESTE SÁBADO E DOMINGO ESTE SUPER ESPECIAL COM ESTA BANDA QUE FEZ HISTÓRIA NOS ANOS 70 O GRUPO BREAD , VOCÊ CONFERE AQUI NA RADIO EXPRESSO MUSIC AS 18HS DA TARDE.






















Fonte : Wikipédia ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Bread ) 
             Homepage ( http://homepage.ntlworld.com/deanadshead/bread/)


A TODOS OS OUVINTES NOSSOS AGRADECIMENTOS, SEMANA QUE VEM MAIS UM ASTRO MAIS UMA ESTRELA QUE VOCÊ CONFERE AQUI NA EXPRESSO MUSIC.

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